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terça-feira, 20 de maio de 2014

Celebrando a família

Hoje dedicamos a publicação à família.



A mensagem do Cardeal Patriarca, D. Manuel Clemente, para este dia é a seguinte:

Caríssimas Famílias do Patriarcado de Lisboa

É com alegria e esperança que vos convoco para o nosso encontro de 25 de maio. Como sabeis, é uma iniciativa da Pastoral Familiar do Patriarcado e realiza-se em Mafra, com o lema “Família, vive a alegria da fé”.

Ao longo do dia teremos ocasião de conviver, partilhar e celebrar. Na Missa da tarde festejaremos especialmente as Bodas Matrimoniais de muitos casais presentes (10º, 25º e 50º aniversário). Cada um desses casais demonstra a possibilidade real e os frutos verdadeiros do matrimónio cristão.

Concretizam a esperança, que eles mesmos alimentam para todos. Pois há quem duvide, hoje em dia, de que a família, biblicamente compreendida, seja viável. Aumentam as uniões de facto e propõem-se outras formas de “conjugalidade”, que contrariam a proposta bíblica e a tradição da humanidade em geral: complementaridade masculino-feminino e abertura à geração de filhos. Questiona-se até a possibilidade de manter hoje uma união una, indissolúvel e fecunda, como se propõe no sacramento do matrimónio…

Mas quem «se casa no Senhor» (cf. 1ª Carta aos Coríntios 7, 39), enfrenta as dificuldades que sempre surgem em qualquer caminho humano com a convicção crescente de que a Páscoa de Cristo (morrer para si e viver para o outro, ganhando-se plenamente no conjunto) é o modo mais completo e feliz de realizar a sua vida, pois «a felicidade está mais em dar do que receber» (Actos dos Apóstolos 20, 35).

É para partilhar e celebrar esta verdade vivida e convivida da família cristã, na tradição das gerações que se sucedem, que nos encontraremos em Mafra no próximo Domingo 25. Porque sabemos que é possível, desde que cumpramos a nossa parte na preparação e acompanhamento do matrimónio e da família; e porque serenamente o propomos, confiados na graça do Senhor Jesus.

- Lá vos espero!

O hino para este dia é o seguinte:

Ser família é ser de Deus

Ser família é ser de Deus
(É um sonho, uma aventura)
Aprender a partilhar
Dar a vida com ternura
Ser família é ser de Deus

É ser de Deus, e cuidar do amor
Como quem cuida, de uma linda flor
É abraçar, com fé e alegria
O que Ele nos pede, dia após dia

É ser de Deus, e poder sonhar
Esta aventura, que Ele nos quis presentear
É não ter medo, de viver o encanto
De acreditar, na força do Espírito Santo

É ser de Deus, e aprender a partilhar
O dom da vida, ter a coragem de ousar
Dizer o nosso sim, e acolher o desafio
De caminhar, sobre as águas deste rio

É ser de Deus, e com ternura dar a vida
Na humildade, de quem não espera receber
É não fazer, da tristeza a despedida
É dar-se e assim morrer, para voltar a nascer

É ser de Deus
É uma aventura
É um sonho, é partilhar
É dar a vida
É ternura
É não ter medo de arriscar


sexta-feira, 7 de junho de 2013

Lembrar João XXIII





No passado dia 3 de Junho passaram-se 50 anos da morte do Papa João XXIII. Para assinalar a efeméride, transcrevemos alguns depoimentos retirados da Agência Ecclesia, que relembram este importante exemplo e homem da igreja.

Apresentando-o, Angelo Giuseppe Roncalli nasceu em 1881 na localidade de Sotto il Monte, Bérgamo, onde foi pároco, professor no Seminário, secretário do bispo e capelão do exército durante a I Guerra Mundial.
João XXIII iniciou a sua carreira diplomática como visitador apostólico na Bulgária, de 1925 a 1935; foi depois delegado apostólico na Grécia e Turquia, de 1935 a 1944, e Núncio Apostólico na França, de 1944 a 1953.
Em 1953, Angelo Roncalli foi nomeado patriarca de Veneza e no dia 28 de outubro de 1958 foi eleito Papa, sucedendo a Pio XII.
O Papa Francisco definiu João XXIII como um “modelo de santidade”, e que foi um homem “capaz de transmitir paz” e construir amizades, mesmo em ambientes distantes do catolicismo.
“Precisamente nestes ambientes, ele mostrou-se um eficaz tecedor de relações e um válido promotor da unidade, dentro e fora da comunidade eclesial, aberto ao diálogo com cristãos de outras Igrejas, com representantes do mundo judaico e muçulmano e com muitos outros homens de boa vontade”, declarou Francisco, perante milhares de pessoas reunidas na Basílica de São Pedro, após uma missa que assinalou o 50.º aniversário da morte do Papa italiano.
 “O mundo inteiro tinha reconhecido no Papa João um pastor e um pai. Pastor porque era pai”, disse Francisco, após a cerimónia, evocando os momentos de “comoção” que antecederam a morte de João XXIII.
O Papa que convocou e iniciou os trabalhos do Concílio Vaticano II foi lembrado como alguém que chegou ao “coração de pessoas muito diferentes, mesmo de muitos não cristãos”.
Francisco acrescentou que a “obediência” foi para João XXIII uma “disposição interior” que o levou a obedecer aos seus superiores sem “procurar nada para si” e a ser exemplo de "santidade".
“Este é um ensinamento para cada um de nós, mas também para a Igreja do nosso tempo: se soubermos deixar-nos conduzir pelo Espírito Santo, se soubermos mortificar o nosso egoísmo para dar espaço ao amor do Senhor e à sua vontade, então encontraremos a paz”, declarou.
O novo patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, afirmou que o Papa João XXIII teve uma “vida providencial” para a Igreja e o mundo e recorda que Angelo Roncalli “passou por todas as fronteiras onde tinha de passar”. Acrescentou ainda que João XXIII teve “a intuição de uma Igreja que tem de incorporar o que foi a sua própria vivência nas várias fronteiras da Cristandade, também com o mundo islâmico e, sobretudo, com um mundo diferente do pós-guerra, que ele tinha absorvido muito nos seus tempos da nunciatura em Paris”.
Manuela Silva, antiga presidente da Comissão Nacional Justiça e Paz, recorda o Papa italiano como “uma personalidade”, que deve ser recordado pela sua “bondade”, mas também “por outros atributos, por ter sido alguém que “rompeu fronteiras” e “rasgou horizontes”.
Já o historiador António Matos Ferreira sublinha que Angelo Roncalli “era um homem do terreno, para além de ser de uma grande espiritualidade”.
“João XXIII encarna a necessidade de uma transição geracional, que depois se vai consolidar com Paulo VI. Foi um Papa que desencadeou processos de mudança importantes no interior do catolicismo”, sustenta.

D. Manuel Monteiro de Castro, penitenciário-mor da Santa Sé, esteve na Arquidiocese de Bérgamo a 24 de junho de 2012 para presidir à festa patronal da paróquia de São João Batista, no dia seguinte, visitar a casa dos pais do Papa João XXIII relata: “Notei uma fotografia junto a uma carta escrita à mão. Aproximei-me e li: ‘Queridos pais, celebrei 50 anos de sacerdote e não vos escrevi porque o tempo não me permitiu, mas quero dizer-vos que li muitos livros mas o melhor da minha vida foi o vosso, foi o que aprendi convosco em casa. A família é a melhor escola’”.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

D. Manuel Clemente ruma a Lisboa


Certos que D. Manuel, que agora ruma a Lisboa, leva um pouco do Porto no seu coração e deixa uma marca no coração dos fieis da Diocese do Porto (e não só), transcrevemos as suas palavras aos diocesanos do Porto e a sua saudação ao Patriarcado de Lisboa. 
Muito obrigado pela dedicação, entrega e pelo seu exemplo nas várias acções que teve e promoveu na nossa Diocese. Todas as palavras que pudesse escrever eram insuficientes para transcrever o que de bom e novo nos trouxe.
 
 
 
 
Caríssimos diocesanos do Porto
Nesta hora, que começa a ser de despedida pela minha nomeação para o Patriarcado de Lisboa, quero agradecer-vos do coração toda a estima e proximidade com que me acompanhastes, desde que o Papa Bento XVI me nomeou para vosso bispo diocesano, a 22 de fevereiro de 2007.
Levarei comigo e em ação de graças as mil e uma expressões da amizade com que me recebestes e ajudastes no exercício do ministério. Nas comunidades cristãs, nas várias associações de fiéis e movimentos, nos institutos religiosos e seculares, bem como nas diversas instituições públicas e civis da grande região portuense, encontrei sempre o mais generoso acolhimento e a vontade firme de servir o bem comum. Em tempos tão exigentes como os que atravessamos, todas essas realidades a que dais corpo e alma são a melhor garantia daquele futuro fraterno, justo e solidário, de que ninguém desistirá decerto.
Quando vos saudei em 2007, disse trazer um só propósito e programa: conhecer, servir e amar a Diocese do Porto. Com a graça de Deus, algo se cumpriu de tal desiderato. Conheci-vos de perto, servi-vos como pude e com estima que permanece, em perpétua gratidão. Em tudo foi da maior valia a colaboração de muitos, começando pelos Senhores Bispos que me acompanharam no serviço diocesano, com incansável entrega. Com eles, os vigários gerais, os membros do colégio de consultores (cabido da sé) e todos os membros da cúria diocesana e da casa episcopal; bem assim os responsáveis pelos nossos três seminários diocesanos, os vigários da vara e seus adjuntos, os responsáveis pelos secretariados diocesanos, os membros dos conselhos presbiteral e pastoral e de outros conselhos e comissões, instâncias de participação e organismos. Referência especialíssima quero fazer ao clero paroquial, secular ou regular, incansável na sua dedicação ao serviço quotidiano do Povo de Deus, especialmente aonde tem de acumular várias comunidades e serviços. Saliento também os diáconos permanentes, os consagrados/as e os milhares de fiéis leigos que colaboram ativamente na catequese e no serviço da Palavra e da oração, na vida litúrgica e na ação sociocaritativa. – Grande e bela é a Diocese do Porto, na imensa aplicação dos seus membros ao serviço de Deus e do próximo!
É por tudo isto que vos quero reiterar uma palavra de agradecimento e bons votos. Agradecimento, que traduzirei em oração por todos e cada um de vós, as vossas comunidades e famílias. A minha entrada no Patriarcado será a 7 de julho, ficando convosco até perto desse dia. O coração não tem distância, só profundidade acrescida. Aqui ou além, continuaremos juntos, no coração de Deus.
Sempre vosso amigo e irmão,
+ Manuel Clemente (Porto, 18 de maio de 2013)
 
 
 
 
Caríssimos diocesanos do Patriarcado de Lisboa
Por nomeação do Santo Padre, o Papa Francisco, regressarei a Lisboa em julho próximo, para vos servir como Bispo Diocesano. É um regresso enriquecido por quanto aprendi na Igreja Portucalense, na grande generosidade e aplicação dos seus membros, a tantos títulos notáveis. Como sabeis, não é a primeira vez que um bispo portucalense continua o seu ministério entre vós: assim aconteceu designadamente com D. Tomás de Almeida, que daqui partiu para ser o primeiro Patriarca de Lisboa, em 1716.
De Lisboa trouxe eu para o Porto cinquenta e oito anos de vida convivida, como leigo e ministro ordenado, sob o pastoreio dos Cardeais Cerejeira, Ribeiro e Policarpo. De todos eles guardo larga e agradecida recordação, em especial do Senhor D. José Policarpo, de quem fui aluno e depois colaborador próximo no Seminário dos Olivais e no serviço episcopal, muito ganhando com a sua amizade, inteligência e conselho. A ele dirijo neste momento palavras sentidas de muita gratidão e estima, sabendo que posso contar com a sua sabedoria e experiência. Do Porto levo para Lisboa mais seis anos, plenos de vida pastoral intensa nesta grande Igreja e região, quer no dia a dia das suas comunidades cristãs, quer no dinamismo cívico e cultural dos seus habitantes e instituições.
Assim vos reencontrarei. As minhas palavras vão cheias do grande afeto que sempre mantive por todas e cada uma das terras e populações que, de Lisboa a Alcobaça e do Ribatejo ao Atlântico, integram o Patriarcado de Lisboa. Falo das comunidades cristãs e de quantos, ministros ordenados, consagrados e fiéis leigos, nelas dão o seu melhor nas diversas concretizações apostólicas. Falo das associações de fiéis e movimentos, dos institutos religiosos e seculares, das famílias, das instituições e iniciativas de todo o tipo em que a seiva evangélica dá bom fruto. E refiro-me também a todas as realidades sociais e cívicas onde se constrói aquele futuro melhor, justo e solidário de que ninguém de boa vontade pode e quer desistir. Da minha parte, contareis com tudo o que puder, n’ Aquele que nos dá força (cf. Fl 4, 13).
Saúdo com grande amizade os Senhores D. Joaquim Mendes e D. Nuno Brás, bem como todos os membros do cabido e do presbitério, do diaconado e dos serviços diocesanos, dos seminários, paróquias, institutos, associações e movimentos: Todos juntos, na complementaridade dos carismas e ministérios que o Espírito distribui, seremos o Corpo eclesial de Cristo, para que o seu programa vivamente continue, como o enunciou na sinagoga de Nazaré: «O Espírito do Senhor está sobre mim, porque me ungiu para anunciar a Boa Nova aos pobres…» (cf. Lc 4, 18 ss).
Vosso irmão e amigo, com Cristo e Maria,
+ Manuel Clemente (Porto, 18 de maio de 2013

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Mensagem de Páscoa do Cardeal Patriarca



Hoje transcrevemos as palavras do nosso cardeal-patriarca de Lisboa, D. José Policarpo (fonte: Agência Ecclesia), na sua homilia de Páscoa:




“A Ressurreição de Jesus e a surpresa da vida”

1. A Páscoa é a festa da vida. Esta é a maravilha da criação, encerra toda a beleza, é o desafio de todas as descobertas, a semente do horizonte que se abre sempre de novo em busca da sua plenitude. É na nossa experiência de seres vivos que podemos descobrir Deus, o Vivo e fonte da vida. O respeito pela vida é o pilar decisivo de toda a civilização.

A ressurreição de Jesus foi surpresa, mesmo para os seus amigos mais próximos, porque a plenitude da vida exprimiu-se na vitória sobre a morte, que em termos humanos, aparece como o fim da vida, a negação da vida. Afinal, a vida venceu a morte.

A ressurreição de Jesus é a plenitude do mistério da encarnação. Quem ressuscitou foi o Homem, Jesus de Nazaré. Aquela vida nova, desconhecida e misteriosa, é uma vida humana, do Filho de Deus feito Homem, para garantir a todos os homens, seus irmãos, que o triunfo da vida é possível. Tendo-se unido a todos os homens, a sua ressurreição encerra a promessa do maior anseio da humanidade: viver sempre, aprofundar a experiência da vida. Quem se uniu a Cristo nunca desiste de viver, nada o trava no anseio da vida em plenitude.



2. A ressurreição de Cristo encerra o segredo da vida, comunica-nos uma pedagogia da vida. Ela revela-nos que é preciso fazer da vida um dom, para a descobrir e alcançar. A generosidade do dom é a essência do amor e o segredo da vida. Aprofundar a vida é indesligável do amor. Do seu triunfo sobre o sofrimento e a morte, recebemos força para fazer da nossa existência um dom. Todas as causas generosas para o bem da humanidade recebem dessa fonte a coragem da generosidade. A ressurreição de Cristo continua a ser uma força decisiva para o triunfo do homem.

A beleza da vida está impressa na criação como dinamismo fundamental.

Basta contemplar o êxtase da mãe que dá à luz um filho, ou a exultação de um amor sincero que dá sentido a toda a existência e a inunda de felicidade. Esta está sempre ligada à fruição da vida. A vida sente-se quando se descobre a vida do outro. A alegria da vida é sempre a alegria do amor. A ressurreição de Cristo dá perenidade a estas experiências belas da natureza, que sem a ligação à vida, corremos o risco de deixar esmorecer ou mesmo atraiçoar. É como se a vida se desmoronasse sob os escombros da infidelidade humana. Percebe-se porque é que Jesus pregou aos discípulos com tanta insistência: “Dou-vos um mandamento novo, que vos ameis uns aos outros como Eu vos amei” (Jo. 13, 34).

A nossa fragilidade continua e a sua concretização mais grave é atraiçoar a vida, desistir da vida. É o pregão do Apóstolo Paulo aos Coríntios: “Celebremos a festa, não com fermento velho, nem com fermento de malícia e perversidade, mas com os pães ázimos da pureza e da verdade” (1Co. 5,8). Unidos à ressurreição de Cristo, a nossa vida transforma-se progressivamente na força que nos aguenta, na alegria de viver, fazendo viver, descobrindo sempre novas manifestações desse dom supremo de Deus.

Vivemos num tempo em que se fez da qualidade de vida um valor a conseguir.

Mas não haverá qualidade de vida se reduzirmos esta ao bem estar material. Ela só se consegue com um coração aberto à surpresa da ressurreição. Nela é-nos revelada a fonte da vida, o amor de Deus pelo Seu Filho Jesus Cristo, amor que envolve todos os homens nossos irmãos.

Nesta Páscoa façamos como o Apóstolo João: aos primeiros sinais da morte vencida, acreditou. Esta nova manifestação da vida surpreendeu-os; deixemo-nos surpreender pela Vida.

Sé Patriarcal, 31 de março de 2013

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Quarta-feira de cinzas




Findo o Carnaval, passamos a fase da folia. Além da sequência lógica que à terça-feira se segue a quarta-feira, neste caso estamos perante uma situação especial, isto é, a passagem é da “terça-feira de Carnaval” para a “quarta-feira de cinzas” que é o primeiro dia da Quaresma.

Neste dia os cristãos católicos recebem as cinzas (o sacerdote marca a testa dos membros da assembleia com cinzas) que são um símbolo para a reflexão e lembram o que os deve orientar neste tempo: o dever de conversão, da mudança de vida Este simbolismo relembra a antiga tradição do Médio Oriente de atirar cinzas sobre a cabeça como símbolo de arrependimento perante Deus.

Esta quarta-feira “especial” ocorre quarenta dias antes da Páscoa, sem contar os domingos (quarenta e seis dias contando os domingos).

Na sua mensagem para a Quaresma para este ano, o cardeal-patriarca de Lisboa, reforça o convite deixado por Bento XVI: Neste tempo litúrgico preparamos a Páscoa, manifestação forte do amor de Deus pelos homens, tão intenso que se pode fazer sentir, no coração humano, até ao fim dos tempos” e que este é o tempo de “acreditar e amar”.  Acrescenta: será que a fé “está enraizada na escuta atual e continuada da Palavra do Senhor?”. Será que a mensagem de Cristo “toca” hoje “o coração” das pessoas? 

D. José Policarpo acrescenta – “cada um analise as principais expressões de amor na sua vida, e peça a Deus que as purifique e lhes dê a pureza da caridade, isto é, do amor que tem a sua fonte em Deus e é participação no modo de Cristo amar, o Pai e os homens seus irmãos”. 

Em jeito de previsão (ou curiosidade) informamos as datas das próximas quarta-feira de cinzas:

2014 - 5 de março
2015 - 18 de fevereiro 
2016 - 10 de fevereiro 
2017 - 1 de março 
2018 - 14 de fevereiro 
2019 - 6 de março 
2020 - 26 de fevereiro

(fonte: wikipedia e agencia ecclesia)