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quinta-feira, 6 de junho de 2013

Ano da Fé - Junho 2013





Se não podes entender, crê para que entendas. A fé precede, o intelecto segue.

Santo Agostinho

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Quaresma - para refletir

Hoje transcrevemos um texto convidativo à reflexão:




"Desde que entramos neste corpo mortal, a morte nunca mais deixou de estar a vir (...) O tempo que se vive, é vida que se corta e cada dia que passa, é menos vida que nos fica. O tempo da nossa vida é caminho para a morte onde não está previsto um segundo de atraso (...). Se começarmos a morrer logo que, em nós, começa a actuação da morte, deve dizer-se que começamos a morrer logo que começamos a viver (...). Consumida a vida, fica terminada a morte que se vinha realizando pouco a pouco. Por isso, o homem nunca está em vida: é mais um morto que um vivo- já que não pode estar simultaneamente morto e vivo".

(In: De Civitate Dei - Santo Agostinho)

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Reflexão quaresmal



Hoje partilhamos a reflexão do Secretariado Nacional de Liturgia para este tempo da Quaresma (do sermão 206 de Santo Agostinho):


Voltou o tempo aniversário da Quaresma, no qual tenho a obrigação de vos dirigir uma exortação, porque tendes o dever de oferecer a Deus obras que estejam de acordo com estes dias do calendário. Tais obras, porém, não são úteis para o Senhor, mas para vós. Também nas outras épocas do ano o cristão se deve entregar com ardor à oração, ao jejum e à esmola; mas esta solenidade deve estimular inclusive aqueles que habitualmente são preguiçosos; e aqueles que já se entregam com esmero a tais ocupações devem realizá-las ainda com maior intensidade... A repetição anual da solenidade equivale a uma repetição do que Cristo Senhor sofreu por nós na sua única morte. O que teve lugar uma só vez na história para a renovação da nossa vida, celebra-se todos os anos para perpetuar a sua memória... Depois dos dias do nosso abatimento, chegará o tempo da nossa exaltação, não ainda no repouso da visão, mas na satisfação de o contemplar nas celebrações que o simbolizam...

Às nossas orações juntamos a esmola e o jejum, como asas da piedade com as quais podem chegar mais facilmente até Deus... 

Não sejam os vossos jejuns como aqueles que o profeta condena: Não é esse o jejum que Me agrada, diz o Senhor. Expulsa o jejum da gente litigiosa, busca o dos piedosos. Condena os que oprimem, busca os que libertam. Condena os que semeiam discórdias, busca os que fazem a paz. Este é o motivo pelo qual nestes dias deveis refrear os vossos desejos de coisas lícitas, para não sucumbirdes às ilícitas. Nunca se embriague nem cometa adultério quem nestes dias se abstém do matrimónio. Desta forma, a nossa oração, feita com humildade e caridade, com jejum e esmolas, moderação e perdão, leva-nos a praticar o bem e a não devolver o mal, afasta-nos do mal e entrega-nos à virtude, busca a paz e consegue-a. Na verdade, a oração, ajudada pelas asas de tais virtudes, voa e chega mais facilmente ao Céu, onde nos precedeu Cristo, nossa paz.

(Antologia Litúrgica, 3774-3776)

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Ano da Fé - Novembro 2012




Ter fé é assinar uma folha em branco e deixar que Deus nela escreva o que quiser.

Santo Agostinho