Páginas

Mostrar mensagens com a etiqueta Bergoglio. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Bergoglio. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Papa Francisco: a oração dos cinco dedos





Não sabemos nada acerca da veracidade do que abaixo vamos transcrever, mas o facto é que nos chegou ao conhecimento como sendo da autoria do Papa Francisco (quando era bispo na Argentina). Uma coisa é certa, são vários os sites na internet que lhe atribuem a autoria desta oração. 

Autoria à parte, transcrevemos a dita oração para conhecimento e para nos fazer pensar um pouco mais nos outros:
  1. O dedo polegar é o que está mais perto de ti. Assim, começa por orar por aqueles que estão mais próximos de ti. São os mais fáceis de recordar. Rezar por aqueles que amamos é “uma doce tarefa”.
  2. O dedo seguinte é o indicador: reza pelos que ensinam, instruem e curam. Eles precisam de apoio e sabedoria ao conduzir outros na direção correta. Mantem-nos nas tuas orações.
  3. A seguir é o maior. Recorda-nos os nossos chefes, os governantes, os que têm autoridade. Eles necessitam de orientação divina.
  4. O próximo dedo é o anelar. Surpreendentemente, este é o nosso dedo mais débil. Ele lembra-nos que rezemos pelos débeis, doentes ou pelos atormentados por problemas. Todos eles necessitam das tuas orações.
  5. E finalmente, temos o nosso dedo pequeno, o mais pequeno de todos. Ele deveria lembrar-te de rezar por ti mesmo.

Quando terminares de rezar pelos primeiros quatro grupos, as tuas próprias necessidades aparecer-te-ão numa perspectiva correta e estarás preparado para orar por ti mesmo de uma maneira mais efetiva.
DEUS TE ABENÇOE.




quinta-feira, 28 de março de 2013

As palavras que tornaram Jorge Bergoglio no Papa Francisco


Hoje transcrevemos um texto do Jornal o Público sobre o Papa Francisco, sugerido pelo catequista Eduardo. O próprio artigo refere que o texto foi divulgado com autorização.





A defesa de uma Igreja Católica que saia de “si própria” para ir até às periferias, não apenas geográficas mas também existenciais, foi uma ideia central da intervenção do cardeal argentino Jorge Maria Bergoglio nas congregações gerais, as reuniões preparatórias do conclave, que terá sido determinante para a escolha como Papa.

As intervenções são normalmente secretas, mas a de Bergoglio foi esta semana revelada pelo cardeal Jaime Ortega, arcebispo de Havana, que assim pretendeu revelar aos fiéis cubanos o pensamento do Papa Francisco. Lido por Ortega, o texto foi entregue pelo ainda cardeal ao colega, após ter sido proferido em Roma. Foi divulgado com autorização do líder católico e está publicado no site da Igreja cubana (iglesiacubana.org).

Também são já conhecidas as palavras usadas pelo cardeal argentino, no dia em que foi escolhido, 13 de Março, quando lhe foi perguntado, na Capela Sistina, se aceitava a escolha. "Eu sou um grande pecador, confiando na misericórdia e paciência de Deus, no sofrimento, aceito", disse, segundo a agência especializada em assuntos do Vaticano I-Media (http://www.imedia-info.org/depeches/).

A revelação foi feita pelo arcipreste da basílica de São Pedo, cardeal Angelo Comastri, que participou no conclave, num documentário sobre a transição papal realizado pelo Centro Televisivo do Vaticano, que é lançado na terça-feira em Itália, em formato DVD.

Transcrição do manuscrito lido pelo Jorge Bergoglio aos outros cardeais:

1.Evangelizar supõe zelo apostólico. Evangelizar supõe para a Igreja a audácia de sair de si própria. A Igreja é chamada a sair de si própria para ir até às periferias, não apenas geográficas, mas também das periferias existenciais: as do mistério do pecado, as da dor, as da injustiça, as da ignorância e da abstenção religiosa, as do pensamento, as de toda a miséria.

2.Quando a Igreja não sai de si própria para evangelizar, torna-se auto-referencial e fica doente (cfr. A mulher curvada sobre si própria do Evangelho). Os males que, ao longo do tempo, se dão nas instituições eclesiásticas têm raiz de auto-referencialidade, uma espécie de narcisismo teológico.
No Apocalipse, Jesus diz que está à porta e chama. Evidentemente, o texto refere-se ao que chama desde fora para entrar. Mas penso nas vezes em que Jesus bate desde o interior para que o deixemos sair. A Igreja auto-referencial pretende Jesus Cristo dentro de si e não o deixa sair.

3. A Igreja, quando é auto-referencial, sem se dar conta, crê que tem luz própria. Ela deixa de ser o mysterium lunae, e da lugar a esse mal tão grave que é a mundanidade espiritual (segundo Lubac [Henri de Lubac, cardeal jesuíta francês], o pior mal que pode acontecer à Igreja). É viver para glorificar uns aos outros.
Simplificando, há duas imagens da Igreja: a Igreja evangelizadora que sai de si própria, a Dei verbum religiose audiens et fidenter proclamans; ou a Igreja mundana que vive em si própria, de si própria e para si própria.
Isto deve dar luz aos possíveis caminhos e reformas que já que fazer para a salvação das almas.

4. Pensado no próximo Papa: um homem que, a partir da contemplação de Jesus Cristo e da adoração de Jesus Cristo ajude a Igreja a sair de si própria para as periferias existenciais, que a ajude a ser a mão fecunda que vive “da doce e reconfortante alegria da evangelização”.

terça-feira, 19 de março de 2013

Francisco I - dados biográficos



Transcrevendo notícia da Agência Ecclesia, apresentamos alguns dados da biografia do Papa Francisco I.


O cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio é o novo Papa, sucedendo a Bento XVI. Escolhe o nome de Francisco.

O novo Papa é o primeiro do continente americano na história da Igreja.



Jorge Mario Bergoglio, de 76 anos, jesuíta, foi até agora arcebispo de Buenos Aires; consta-se que no último conclave terá sido o mais votado depois de Ratzinger (Bento XVI).

O 266.º papa nasceu em Buenos Aires a 17 de dezembro de 1936. Licenciou-se como técnico químico e mais tarde entrou no seminário.

A 11 de março de 1958 entrou no noviciado da Companhia de Jesus (Jesuítas). Estudou no Chile e em 1963, de regresso à capital argentina, obteve a licenciatura em Filosofia.
De 1964 a 1966 foi professor de literatura e psicologia.

Entre 1967 e 1970 estudou e concluiu o curso de teologia.

Foi ordenado padre a 13 de dezembro de 1969, a poucos dias de fazer 33 anos.

A 22 de abril de 1973 fez a profissão definitiva junto dos Jesuítas.

Foi mestre de noviços, professor na Faculdade de Teologia, consultor provincial e reitor de colégio.

A 31 de julho de 1973 foi eleito responsável máximo (provincial) da Companhia de Jesus na Argentina, cargo que desempenhou durante seis anos.

De 1980 a 1986 foi reitor da Faculdade de Filosofia e Teologia de S. José, em S. Miguel.

Em março de 1986 foi para a Alemanha para terminar o doutoramento.

A 20 de maio de 1992 João Paulo II nomeou-o bispo auxiliar de Buenos Aires. Recebeu a ordenação episcopal a 27 de junho na catedral local.

Foi nomeado arcebispo coadjutor de Buenos Aires a 3 de junho de 1997. A 28 de fevereiro de 1998 sucede na arquidiocese ao cardeal Quarracino.

É autor dos livros "Meditações para religiosos" (1982), "Reflexões sobre a vida apostólica" (1986) e "Reflexões de esperança" (1992).

É o Ordinário para os fiéis de rito oriental residentes na Argentina que não podem contar com um Ordinário do seu rito.

É Grande Chanceler da Universidade Católica Argentina.

Foi relator geral adjunto ao Sínodo dos Bispos de 2001, no Vaticano.

De novembro de 2005 a novembro de 2011 foipresidente da Conferência Episcopal Argentina.

Foi criado cardeal por João Paulo II no consistório de 21 de fevereiro de 2001.

É membro das seguintes congregações da Cúria Romana: Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos; Clero; Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica.

É membro do Pontifício Conselho da Família e da Pontifícia Comissão para a América Latina.